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Pediatra alerta para cuidados com a anemia na infância

Doença é considerada um problema de saúde pública mundial
A anemia é diagnosticada quando os valores de hemoglobina da criança estão abaixo do padrão de referência para sua idade e gênero. A doença pode ser determinada por diversos fatores, mas o principal é a deficiência de ferro. Apesar de anemia ferropriva e deficiência de ferro muitas vezes serem tratadas como sinônimos, a anemia representa a forma mais grave dessa carência. A deficiência de ferro pode existir com ou sem anemia. É importante que a detecção da doença seja feita cedo, por isso a presidente do comitê de nutrologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Claudia Gazal, recomenda a triagem com dosagem da hemoglobina.

– Em casos de risco para deficiência de ferro e em áreas de alta prevalência de anemia e déficit de ferro, como no Brasil, é recomendada a triagem com dosagem da hemoglobina e, sempre que possível, da ferritina sérica – complementa.

Os pais devem cuidar da alimentação dos filhos para evitar o desenvolvimento da doença. Segundo a pediatra, é importante estimular o aleitamento materno, pois nele a disponibilidade do ferro é maior e ele é mais bem absorvido. A partir dos seis meses, quando o leite não é suficiente para suprir as necessidades dos bebês, a carne deve ser incluída na alimentação.

– Os pais podem dar aos filhos entre 70 e 100g de carne diariamente. Eles também devem evitar que crianças de 1 a 5 anos de idade consumam mais de 700 ml de leite de vaca por dia – determina Claudia.

Outra recomendação é estimular o consumo de vegetais e frutas ricas em vitamina C próximo às refeições, quando a absorção de ferro é melhor.

Sem exames que detectem a deficiência do ferro, os sintomas que indicam anemia são tardios, dificultando o tratamento. Entre os sinais que podem ser percebidos pelos pais, estão: palidez da pele, mucosas, cansaço, falta de apetite e aumento de infecções.

Informações para a Imprensa:

Sobre a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul foi fundada em 25 de junho de 1936 com o nome de Sociedade de Pediatria e Puericultura do Rio Grande do Sul pelo Prof. Raul Moreira e um grupo de médicos precursores da formação pediátrica no Estado. A entidade cresceu e se desenvolveu com o espírito de seus idealizadores, que, preocupados com os avanços da área médica e da própria especialidade, uniram esforços na construção de uma entidade que congregasse os colegas que a cada ano se multiplicavam no atendimento específico da população infantil. Atualmente conta com cerca de 1.750 sócios, e se constitui em orgulho para a classe médica brasileira e, em especial, para a família pediátrica.

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