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Melhores harmonizadores faciais do Brasil: 7 referências bucomaxilofaciais

Desde 2020, os portais Rio Notícias e Eu, Rio! publicam matérias especiais sobre profissionais que se destacam na harmonização facial no Brasil.

A cada edição, a proposta é acompanhar a evolução de uma área que ganhou visibilidade, despertou interesse do público e também provocou debates importantes sobre formação, segurança, naturalidade e limites na realização de procedimentos estéticos.

Ao longo desses anos, a harmonização facial passou por mudanças significativas.

Em um primeiro momento, a especialidade ficou fortemente associada aos preenchimentos, às grandes transformações e aos resultados facilmente identificáveis. Com o amadurecimento do setor, o debate passou a envolver critérios mais amplos, como diagnóstico, conhecimento anatômico, tecnologias de imagem, manejo de intercorrências, preservação da identidade e integração entre estética e função.

Por isso, a seleção apresentada anualmente pelos portais não permanece estática. Ela acompanha o desenvolvimento da especialidade, a atualização dos profissionais e as novas discussões que surgem dentro da área.

Em 2026, o recorte editorial é dedicado aos cirurgiões bucomaxilofaciais que também construíram uma atuação relevante na harmonização e na estética facial.

A escolha parte de uma questão central: quanto mais profundamente o profissional conhece as estruturas da face, maiores são as condições para realizar um planejamento individualizado, seguro e coerente com a anatomia de cada paciente.

Por que destacar os cirurgiões bucomaxilofaciais?

A harmonização facial não começa na seringa, no produto utilizado ou na quantidade de mililitros aplicados. Ela começa na compreensão do rosto.

Por trás da pele estão ossos, músculos, nervos, vasos sanguíneos, ligamentos, compartimentos de gordura, articulações e estruturas relacionadas à mastigação, à fala e à expressão.

Alterar a projeção do queixo, o contorno da mandíbula, o volume dos lábios ou a sustentação da região central da face exige mais do que o domínio de uma técnica. Exige conhecimento anatômico, capacidade diagnóstica e entendimento sobre a relação entre estrutura, movimento e proporção.

A Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial é uma especialidade da Odontologia dedicada ao diagnóstico e ao tratamento de doenças, traumatismos, deformidades e alterações que envolvem a boca, os maxilares e a face.

A formação desses profissionais inclui contato com cirurgia ortognática, fraturas faciais, reconstruções ósseas, articulação temporomandibular, deformidades dentofaciais, infecções e procedimentos realizados em ambiente hospitalar.

Essa trajetória proporciona uma visão tridimensional do rosto.

Ao observar uma mandíbula pouco marcada, por exemplo, o cirurgião bucomaxilofacial pode avaliar se a característica está relacionada apenas ao contorno externo ou se existe uma questão estrutural envolvendo posicionamento ósseo, mordida ou desenvolvimento facial.

Da mesma forma, uma queixa estética no queixo pode ser analisada considerando sua projeção, relação com os lábios, mandíbula, maxila e perfil facial.

Esse olhar não significa que o cirurgião bucomaxilofacial seja o único profissional qualificado para trabalhar com estética.

Dermatologistas, cirurgiões plásticos, especialistas em Harmonização Orofacial e outros profissionais habilitados oferecem conhecimentos fundamentais dentro de suas áreas.

O objetivo deste recorte não é desconsiderar essas formações. É destacar a contribuição específica dos profissionais que possuem experiência cirúrgica e conhecimento aprofundado das estruturas responsáveis pela sustentação e pelo funcionamento da face.

A lista não representa um ranking absoluto

Os sete profissionais apresentados nesta matéria foram selecionados a partir de informações públicas relacionadas à formação, experiência clínica, atuação em Cirurgia Bucomaxilofacial, presença na Harmonização Orofacial, participação científica, produção de conteúdo técnico e contribuição para o desenvolvimento da área.

A ordem dos nomes não representa uma classificação entre primeiro e sétimo lugar.

Também não se trata de um ranking oficial ou definitivo. O Brasil possui outros profissionais qualificados, com diferentes formações, técnicas e linhas de trabalho.

A proposta dos portais Rio Notícias e Eu, Rio! é registrar, anualmente, algumas das trajetórias que ajudam a compreender o momento vivido pela harmonização facial no país.

Dr. Alessandro Costa Silva, São Paulo

Dr. Alessandro Costa Silva

Alessandro Costa Silva possui formação em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, com atuação em cirurgia ortognática, articulação temporomandibular, deformidades dentofaciais, procedimentos cirúrgicos e Harmonização Orofacial.

A cirurgia ortognática exige uma avaliação detalhada da relação entre ossos, dentes, respiração, mastigação e proporções do rosto.

Essa experiência permite identificar situações em que a queixa estética possui uma origem estrutural mais profunda.

Em alguns pacientes, procedimentos menos invasivos podem contribuir para melhorar proporções e contornos. Em outros, o preenchimento não será suficiente para resolver alterações relacionadas ao posicionamento dos maxilares.

A atuação de Alessandro Costa Silva integra essas diferentes possibilidades, considerando tanto procedimentos cirúrgicos quanto técnicas utilizadas na harmonização.

Sua inclusão nesta seleção está relacionada à formação acadêmica, à experiência com deformidades faciais e à associação entre planejamento funcional e estético.

Dra. Ana Paula da Cunha Barbosa de Lima, Mato Grosso

Ana Paula da Cunha Barbosa de Lima reúne uma trajetória que envolve Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Harmonização Orofacial, Ortodontia, Odontologia Hospitalar e Cirurgia Estética Orofacial.

Sua formação inclui residência hospitalar em Cirurgia Bucomaxilofacial, mestrado, doutorado e atividades de aperfeiçoamento realizadas dentro e fora do Brasil.

A experiência hospitalar representa um componente relevante em sua atuação.

Casos atendidos nesse ambiente exigem conhecimento de protocolos de segurança, condições sistêmicas, trabalho multidisciplinar e manejo de situações de maior complexidade.

Sua formação em Ortodontia também contribui para a compreensão da relação entre dentes, maxilares, mordida e proporções faciais.

Além da atuação clínica, Ana Paula desenvolve atividades científicas e participa da formação de outros profissionais.

Sua presença na seleção representa a integração entre assistência hospitalar, pesquisa, anatomia, planejamento e estética facial.

 

Dr. Fabio Barros, Rio de Janeiro e São Paulo

 

O cirurgião e traumatologista bucomaxilofacial, Fabio Barros, construiu sua atuação integrando Cirurgia e Harmonização Orofacial, Implantodontia, Radiologia Odontológica, ultrassonografia da face e cirurgias estéticas orofaciais com destaque em próteses faciais.

Um dos elementos que ganharam espaço em sua trajetória foi a utilização da ultrassonografia orofacial como recurso de planejamento e segurança.

A tecnologia permite visualizar estruturas abaixo da pele, identificar vasos sanguíneos, localizar materiais aplicados anteriormente e analisar áreas que não podem ser avaliadas apenas pela observação externa.

Esse tipo de recurso ganhou relevância à medida que aumentou o número de pacientes que procuram novos tratamentos sem saber exatamente quais produtos foram aplicados anteriormente ou em quais regiões da face.

Fabio Barros atende no Rio de Janeiro e em São Paulo e atua como palestrante internacional, levando discussões relacionadas à segurança, ao planejamento e à naturalidade na harmonização facial.

Fabio Barros atende em Ipanema – Rio de Janeiro e na Vila Olímpia – São Paulo. O Dr. construiu sua atuação integrando Cirurgia e Harmonização Orofacial, Implantodontia, Radiologia Odontológica, ultrassonografia da face e cirurgias estéticas orofaciais com destaque em próteses faciais.

Também é autor do livro Quebrando Tabus da Harmonização Facial: um manual para não cair em ciladas.

Voltada ao público leigo, a obra apresenta reflexões sobre ética, exageros, riscos, expectativas e cuidados que devem ser considerados antes da realização de procedimentos estéticos.

Sua inclusão nesta seleção considera a integração entre formação cirúrgica, atuação estética, utilização de recursos de imagem e participação no debate sobre uma harmonização facial mais consciente.

Dr. João Macedo, Bahia

João Macedo possui uma trajetória ligada à Cirurgia Bucomaxilofacial, à Harmonização Orofacial e ao uso da toxina botulínica dentro da Odontologia.

Graduado pela Universidade Federal da Bahia, realizou parte de sua formação em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial na França.

Sua experiência inclui o uso da toxina botulínica em situações relacionadas à atividade muscular e à disfunção temporomandibular, demonstrando que a substância, atualmente muito associada à estética, também pode integrar abordagens funcionais.

Ao retornar ao Brasil, passou a participar da divulgação e do ensino dessas possibilidades dentro da Odontologia.

Além da atuação clínica, João Macedo participa de congressos e encontros voltados à atualização científica em Harmonização Orofacial e Cirurgia Estética Orofacial.

Sua trajetória representa uma aproximação entre tratamento funcional, conhecimento cirúrgico e desenvolvimento das técnicas que passaram a integrar a harmonização facial brasileira.

Dr. Marcos André, Bahia

Marcos André reúne formação em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Implantodontia, Estomatologia e áreas relacionadas à estética da face.

Sua atuação inclui reconstruções ósseas, cirurgia ortognática, implantodontia e procedimentos de Harmonização Orofacial.

A cirurgia ortognática ocupa um papel importante nessa integração porque demonstra como função e estética podem estar diretamente relacionadas.

O reposicionamento dos ossos maxilares pode melhorar a mordida, a mastigação e o equilíbrio entre as estruturas da face. Por isso, determinadas queixas estéticas não podem ser analisadas apenas pela aplicação de produtos nos tecidos externos.

Marcos André também participa de atividades científicas relacionadas à Harmonização Orofacial, contribuindo para discussões sobre planejamento, técnicas e formação profissional.

Sua inclusão considera a combinação entre experiência cirúrgica, reconstrução facial, atuação acadêmica e presença no desenvolvimento da especialidade.

Dra. Lidia Henninger, Rio de Janeiro

Dra. Lidia Heninger

Lidia Henninger, cirurgiã e traumatologista bucomaxilofacial, construiu sua trajetória profissional a partir da integração entre ciência, anatomia e uma compreensão ampla da estrutura e do envelhecimento facial.

Graduada em Odontologia pela Universidade Federal Fluminense, reúne formações em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Harmonização Orofacial, Ortodontia, Ortopedia Facial e Gerontologia, áreas que se complementam na avaliação do desenvolvimento, da sustentação e das transformações da face ao longo da vida.

A associação entre o conhecimento cirúrgico, a Ortodontia e a Ortopedia Facial permite uma análise criteriosa da estrutura óssea, do perfil, das proporções e da dinâmica do desenvolvimento facial. Os estudos relacionados à Gerontologia ampliam essa perspectiva ao incorporar a compreensão das alterações biológicas, musculares e teciduais próprias do processo de envelhecimento.

À frente do Instituto Lidia Henninger, no Rio de Janeiro, dedica-se também à Formação de Profissionais, abordando temas como anatomia aplicada, preenchedores, fios faciais, bioestimuladores, prevenção e manejo de intercorrências e cirurgias estéticas orofaciais.

Sua trajetória inclui, ainda, participação em atividades científicas e eventos nacionais e internacionais, fortalecendo uma atuação que articula prática clínica, ensino e atualização permanente.

A presença de Lidia Henninger, nesta edição evidencia uma liderança feminina que aproxima conhecimento cirúrgico, precisão anatômica, compreensão do envelhecimento e técnicas contemporâneas voltadas à estética e à funcionalidade facial.

Dr. Gabriel Campolongo, São Paulo

Gabriel Campolongo possui formação em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Dor Orofacial, Disfunção da Articulação Temporomandibular e Harmonização Orofacial.

Sua atuação reúne procedimentos relacionados à cirurgia ortognática, traumas, reconstruções, alterações articulares e tratamentos estéticos da face.

O conhecimento sobre a articulação temporomandibular representa um diferencial importante porque dor, limitações de movimento, alterações musculares e problemas na mordida podem interferir na dinâmica e na aparência facial.

Na harmonização, sua atuação envolve procedimentos como toxina botulínica, preenchimentos, bioestimuladores, fios faciais e tratamentos voltados ao contorno do rosto.

Gabriel Campolongo também participa da formação de profissionais e de atividades relacionadas à Cirurgia Bucomaxilofacial.

Sua inclusão considera a integração entre experiência cirúrgica, tratamento funcional, conhecimento anatômico e atuação estética.

Como a harmonização facial mudou desde 2020?

A continuidade da série produzida pelos portais Rio Notícias e Eu, Rio! permite observar como o discurso sobre harmonização facial se transformou.

Em 2020, grande parte da atenção estava concentrada nas mudanças visíveis promovidas por preenchimentos e na popularização dos procedimentos nas redes sociais.

Nos anos seguintes, aumentaram as discussões sobre exageros, padronização dos rostos, complicações, migração de produtos, segurança vascular e necessidade de formação adequada.

A naturalidade passou a ocupar um espaço maior.

O debate deixou de ser apenas sobre quanto produto utilizar e passou a envolver perguntas mais importantes: aquele procedimento é realmente necessário? Existe perda de suporte ósseo? A queixa está relacionada à musculatura? Há indicação cirúrgica? O paciente já possui produtos aplicados? A intervenção preservará sua identidade?

A evolução da especialidade também trouxe novas tecnologias, como a ultrassonografia facial, e ampliou o interesse por tratamentos combinados e planejamentos de longo prazo.

Essa transformação reforça a importância de acompanhar não apenas quem aparece nas redes sociais, mas também quem investe em formação, diagnóstico, segurança e atualização científica.

O que deve ser observado antes de escolher um profissional?

O currículo é importante, mas não deve ser o único critério.

Antes de realizar um procedimento, o paciente deve verificar se o profissional possui registro ativo no conselho responsável, formação compatível com a técnica proposta e experiência em casos semelhantes.

Também é necessário observar como a consulta é conduzida.

Uma avaliação responsável precisa considerar histórico de saúde, uso de medicamentos, procedimentos anteriores, queixas, expectativas e características anatômicas individuais.

O profissional deve explicar os benefícios, os riscos, as limitações e as alternativas existentes.

Promessas de resultados perfeitos, definitivos ou completamente livres de complicações devem ser analisadas com cautela.

As imagens publicadas nas redes sociais podem ajudar a conhecer o estilo de trabalho, mas não substituem a avaliação clínica nem garantem que o mesmo resultado será alcançado em outro paciente.

Uma seleção que acompanha a evolução da especialidade

Ao publicar anualmente matérias sobre os profissionais que se destacam na harmonização facial, os portais Rio Notícias e Eu, Rio! procuram acompanhar as mudanças de uma área que permanece entre as mais comentadas da estética brasileira.

A seleção de 2026 volta o olhar para os cirurgiões bucomaxilofaciais porque sua formação permite compreender a face além da superfície.

Isso não diminui a importância de outras especialidades. Pelo contrário, reforça que a estética facial é uma área complexa, que pode se beneficiar de diferentes conhecimentos e de uma atuação responsável.

Os sete profissionais apresentados possuem trajetórias distintas, mas compartilham um ponto central: o estudo aprofundado das estruturas que sustentam, movimentam e caracterizam o rosto.

A evolução também muda o nosso olhar

A evolução também transforma o nosso olhar

A melhor harmonização facial não é, necessariamente, aquela que mais transforma, mas aquela que nasce de um diagnóstico criterioso, respeita a anatomia e preserva a identidade de quem está sendo tratado.

O mesmo princípio orienta as cirurgias estéticas orofaciais: não se trata apenas de modificar formas, mas de compreender estruturas, proporções, função e envelhecimento para indicar, com precisão, o procedimento mais adequado a cada face.

Entre técnicas minimamente invasivas e abordagens cirúrgicas, o verdadeiro refinamento está na escolha consciente. Quando ciência, anatomia e experiência conduzem o tratamento, o resultado deixa de ser apenas estético e passa a traduzir equilíbrio, naturalidade e coerência com a história de cada paciente.

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Redação Rio Notícias

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